domingo, 11 de abril de 2010

Dor

Da dor que sinto nada tenho preceito
Foram-me arrancadas todas as ilusões, todos os desejos, todas as vertigens
E só me restaram as lágrimas
Amargas, perversas companheiras
Destruídos foram os meus sonhos de ternura e veludo
Abalados, perdidos, vencidos
E em meio à tanta dor
Lembranças do que poderia, do que lembraria
Fatos
Modos
Falas
E me vejo só
E permaneço só
E continuo só
E assim viverei
Porque de nada me valeu o amor
E só me restaram as lágrimas
E só me restaram as lágrimas
E só me restaram as lágrimas
...

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