
Duas amigas, dois amigos. Saíam juntos, os quatro, em aventuras que os marcariam para sempre. Bares, festas e bebidas a bordo do velho Chevette de Elton. Perfeito? Não para Regina... a cada dia ela sufocava dentro de si toda a paixão que sentia por Elton, mas não queria perder a amizade de Flávia. Sentimentos confusos tomaram conta dela a ponto de pensar se a amizade era sincera, pois Flávia notou o interesse de Regina, mas não se dispôs a abrir mão, como ela fez. Até que, em uma noite, a história mudou...
Era o período de formatura da Faculdade. Logo estariam todos voltando às suas cidades, às suas vidas. Em um sábado de comemoração – que, para Regina e Flávia, não tinha nada de comemoração, pois em breve estariam perdendo seus “amores de farra” - Giovanni, em um dos seus célebres “porres” foi o primeiro a ser deixado em casa. Regina agradeceu a Deus por isso, pois não aguentava mais tentar mudar o foco daquele tesão louco que sentia por Elton. Para surpresa de Regina, Elton seguiu-se para a rua de Flávia! Sim, ele a deixou em casa antes, sob o argumento de estar cansado naquela noite e a casa de Regina estar no seu caminho de volta. Flávia não gostou muito, mas não teve como protestar diante do tom decidido de Elton.
Os dois seguiram para a casa de Regina no velho Chevette. Mudo, mas trocando olhares de cumplicidade com Regina, Elton se desvia logo do caminho. Com o rubor subindo ao rosto e o fogo finalmente borbulhando livremente pelo seu corpo, Regina decidiu se entregar àquela loucura, como se o mundo fosse chegar ao fim ali.
Era impossível se conter naquele momento, Elton tentou encontrar um local apropriado, mas o que restava para os dois amantes era um Chevette, uma estrada deserta. Regina não mais se continha em si de tanta excitação e acariciou Elton, sentindo seu membro viril entumescido. O carro parou abruptamente na estrada deserta e Elton tomou Regina para si. O atrito entre os dois corpos, ainda vestidos, fez surgir uma onda vertiginosa que avançava, camada por camada, pela pele de Regina. Ela não acreditava no que estava sentindo e, tampouco, no que estava vivendo. Deixou-se entregar sem oferecer resistência, com toda a liberdade e lascívia o que havia sufocado por todos aqueles meses... Continua...
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Teus dedos
2 horas atrás









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2 Comentários:
eu prefiro parar por aqui pq eu realemnte não quero saber até onde você é capaz de chegar, pq sendo vc ou não, não deixa de ser você. E você não tem limites. É cruel e perverso
você é perverso. muito perverso. manipulador dos quintos dos infernos.
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