segunda-feira, 13 de julho de 2009

Sexo Tântrico


Conta a lenda, que o coito de Shiva e Shakti durou vinte e cinco anos, sem que Shiva vertesse nela o sêmen. Como um elefante aprisionado, ele não podia se mexer. Lendas tântricas como esta tentam ilustrar a visão de mundo dos tantristas, a plenitude mágica e transformadora, alcançada quando integramos as energias masculina e feminina dentro de nós.
Mas o Tantra não é só isto. O sexo tântrico não é apenas uma forma de fazer sexo, é uma forma de ligação, uma ferramenta que entrelaça tudo, que cria uma sucessão de energia que passa de um organismo para o outro. A sexualidade no Tantra é assim sagrada: sexo é uma forma de comungar e unir-se com a manifestação divina dentro de nós.
Trata-se de uma forma de se alcançar a energia divina que há no universo. Por isto, qualquer maneira de despertar a serpente oculta que dorme em nós com ritos, massagens, meditação, e inclusive o sexo, é sempre uma prática tântrica.

O sexo tântrico

O sexo não é praticado com o objetivo final do orgasmo. O interessante é atingir um estado de consciência maior, onde não há separação entre corpo e espírito. Durante o sexo, o casal deve evocar Shakti e Shiva e perceber um ao outro como divindades
Como o caminho do paraíso para o homem não é ejacular, ele segura a ereção e atinge um tipo de prazer chamado "orgasmo cósmico". A mulher se abre para o prazer e é capaz de ter orgasmos múltiplos enquanto acompanha seu parceiro nesse jogo de autocontrole e concentração. Dizem que atingir o nirvana é inevitável.
Você deve pensar: que coisa maluca! Mas é possível aprender com os ensinamentos do tantra e encarar o sexo tântrico como um manual de exercícios. A relação sexual vira um verdadeiro encontro do amor e não uma relação sem intimidade ou compromisso.

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