sábado, 6 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Na Estrada

Duas amigas, dois amigos. Saíam juntos, os quatro, em aventuras que os marcariam para sempre. Bares, festas e bebidas a bordo do velho Chevette de Elton. Perfeito? Não para Regina... a cada dia ela sufocava dentro de si toda a paixão que sentia por Elton, mas não queria perder a amizade de Flávia. Sentimentos confusos tomaram conta dela a ponto de pensar se a amizade era sincera, pois Flávia notou o interesse de Regina, mas não se dispôs a abrir mão, como ela fez. Até que, em uma noite, a história mudou...
Era o período de formatura da Faculdade. Logo estariam todos voltando às suas cidades, às suas vidas. Em um sábado de comemoração – que, para Regina e Flávia, não tinha nada de comemoração, pois em breve estariam perdendo seus “amores de farra” - Giovanni, em um dos seus célebres “porres” foi o primeiro a ser deixado em casa. Regina agradeceu a Deus por isso, pois não aguentava mais tentar mudar o foco daquele tesão louco que sentia por Elton. Para surpresa de Regina, Elton seguiu-se para a rua de Flávia! Sim, ele a deixou em casa antes, sob o argumento de estar cansado naquela noite e a casa de Regina estar no seu caminho de volta. Flávia não gostou muito, mas não teve como protestar diante do tom decidido de Elton.
Os dois seguiram para a casa de Regina no velho Chevette. Mudo, mas trocando olhares de cumplicidade com Regina, Elton se desvia logo do caminho. Com o rubor subindo ao rosto e o fogo finalmente borbulhando livremente pelo seu corpo, Regina decidiu se entregar àquela loucura, como se o mundo fosse chegar ao fim ali.
Era impossível se conter naquele momento, Elton tentou encontrar um local apropriado, mas o que restava para os dois amantes era um Chevette, uma estrada deserta. Regina não mais se continha em si de tanta excitação e acariciou Elton, sentindo seu membro viril entumescido. O carro parou abruptamente na estrada deserta e Elton tomou Regina para si. O atrito entre os dois corpos, ainda vestidos, fez surgir uma onda vertiginosa que avançava, camada por camada, pela pele de Regina. Ela não acreditava no que estava sentindo e, tampouco, no que estava vivendo. Deixou-se entregar sem oferecer resistência, com toda a liberdade e lascívia o que havia sufocado por todos aqueles meses... Continua...
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Amigo Secreto
Final de Ano, último dia de trabalho antes do recesso, confraternização preparada no andar de baixo, últimos acertos antes da folga.
Ele dividia a atenção entre os papéis em sua mesa, e a morena que ocupava a mesa em frente à sua, há tempos instigando seus instintos.
Finalmente todos descem e ficam sós:
“é agora!” – pensa.
Arruma um pretexto para aproximar-se, e com uma conversa meio sem sentido, rouba-lhe um beijo. Roubado, mas seguro, com direito até a uma mordida nos lábios carnudos.
- Ai!! Provoca, vai...
Com isto ela ainda ganha uma lambida no pescoço, e outro beijo. Molhado, invasivo, indecente.
Agarra-a encaixando-a em seu corpo, um braço a rodeia pela cintura, prendendo-a a ele, o outro desliza a mão por sua perna, subindo
Coxas...
Quadril...
Bunda ...
Costas...
Alcança a nuca, segura-a pelos cabelos, forçando-a a encará-lo, e diz:
- Quero-te agora... minha...e sem pudores.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Alugando uma sala...
Uma alegria foi saber que as salas de aluguel ficavam ali, naquele mesmo prédio. Lívia, segundo seu crachá, não pensou muito em mostrar-me uma delas. E para o tamanho da reunião, estava muito bem dimensionada. Garantiu que tudo estaria em perfeita ordem no dia agendado., testou data-show, e ar condicionado, tudo funcionando direito...
Nos dirigimos para onde ficava as salas, naquele mesmo prédio onde funcionava um centro comercial.
Mas ao irmos ver os banheiros... Cômodos pequenos, eu e aquela maravilha ali, mais perto, senti melhor seu perfume, não resisti, a puxei e beijei com todo desejo que me aqueceu na hora em que lhe pus os olhos. Lívia não mostrou resistência e entregamo-nos num longo e molhado beijo, línguas se entrelaçando e salivas sendo trocadas, quanto mais nos beijávamos, mas seu perfume me excitava.
Minhas mãos passaram a percorrer seu corpo, costas de pele macia, logo dançavam sobre seus seios, e suas nádegas. Com a dificuldade da excitação, consegui desabotoar as alças do vestido, enquanto ela agarrada em minha bunda, forçava meu quadril contra o seu.
Com seu busto descoberto minhas mãos deliciaram-se em seus seios, apertando-os e brincando com os biquinhos tesos. E eu adorava os gemidos que ela soltava ao ter seus mamilos beliscados.
Continua...
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Por Viviane







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